Tigre de Bengala

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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

EVOLUÇÃO BIOLÓGICA - LAMARCKISMO E DARWINISMO!!!


Evolução Biológica

Processo pelo qual os seres vivos se diversificaram ao longo do tempo, dando origem às espécies atuais ou já extintas em nosso planeta.

Este processo é uma conseqüência da adaptação de um animal ou vegetal ao ambiente em que vivem. Devemos entender adaptação como uma seleção de características acumuladas ao longo do tempo numa certa população.

Exemplos de adaptação dos seres vivos:

- Bico do beija-flor e sua capacidade de manter-se estacionado durante o vôo.

- Dentes dos cavalos com crescimento contínuo.

- Plantas de clima seco com espinhos e caules suculentos, etc. Cada espécie animal ou vegetal está adaptada ao meio em que vive. Ao mesmo tempo que existe a adaptação das espécies aos vários ambientes, também notamos a grande variabilidade entre elas.

A respeito da variabilidade existem duas linhas de pensamento a serem consideradas:



A - Idéia Fixista

Admitia que os seres vivos foram criados por Deus e que as espécies não se alteraram ao longo do tempo.

Um dos adeptos desta idéia foi Lineu, naturalista sueco que viveu de 1707 a 1778.



B - Idéia Transformista

Admitia que as espécies se modificavam ao longo do tempo, em resposta a diferentes pressões do meio. Foram adeptos destas idéias:

Lamarck: naturalista francês que viveu de 1744 a 1829 e Darwin: naturalista inglês que viveu de 1809 a 1882.



Hipótese Evolucionista de Lamarck - Lamarckismo

Foi um dos primeiros cientistas que apoiou a idéia transformista. Lamarck dizia que as espécies sofriam alterações no decorrer do tempo, com o objetivo de melhorar seu modo de vida a novos ambientes.

Admitia que:

a) A utilização de certos órgãos tende a hipertrofiá-los e a não-utilização tende a fazê-los regredir.

Este enunciado ficou conhecido como "Lei do uso e desuso";

b) Características adquiridas pelos indivíduos ao longo de suas vidas, podiam ser transmitidas aos descendentes.

Este enunciado ficou conhecido como "Lei da transmissão dos caracteres adquiridos".

Alguns exemplos citados por Lamarck para reforçar suas idéias:

1) As aves aquáticas teriam se tornado pernaltas devido ao esforço para esticar as pernas para andar na água, sem molhar as penas.

2) Os ancestrais das cobras teriam tido pernas, que num dado momento passaram a atrapalhar o deslocamento do animal por lugares apertados. Com o desuso as pernas desapareceram e o corpo das cobras passou a não ter apêndices.

3) As girafas, vivendo em uma área de solo seco e quase sem capim, teriam como alimento folhas de árvores de grande porte e de tanto esticarem o pescoço para pegar as folhas, este cresceria e esta característica seria transmitida aos descendentes.



Algumas Experiências que Mostram erros nas Idéias de Lamarck:

a) Um biólogo alemão chamado Weissman, durante várias gerações de casais de ratos, cortava suas caudas e os colocava juntos para reproduzirem-se e observar seus descendentes. Verificou que os descendentes sempre nasciam com cauda.

b) O ritual da circuncisão é realizado entre os judeus para retirada do prepúcio, mostrando que a característica anatômica não se alterou ao longo do tempo.



Teoria da Evolução de Darwin - Darwinismo

Charles Darwin nasceu em 1809 e em 1831, como naturalista, embarcou no navio Beagle a serviço da Inglaterra, numa viagem de mapeamento e pesquisas ao redor do mundo que durou 5 anos. Nas várias paradas que foram realizadas Darwin fazia o levantamento da flora e da fauna do local e também coletava espécies para seus estudos. Uma de suas paradas foi num conjunto de ilhas do oceano Pacífico chamadas Galápagos, devido à presença de um grande número de tartarugas gigantes. Verificou que cada ilha apresentava uma fauna característica, principalmente em relação a pássaros, tartarugas e lagartos.

Os pássaros eram bastante semelhantes entre si, porém com formas de bicos diferentes. Observou que a forma de bico, em cada ilha, dependia do tipo de alimento disponível e que o ambiente teria exercido pressões, alterando as populações isoladas nas ilhas.

Nas ilhas com alimento de material mole, como frutos e brotos vegetais, predominavam pássaros com bicos pequenos e delicados; e nas ilhas que tinham sementes como alimento disponível, predominavam pássaros com bicos grandes e maciços.

Darwin conseguiu apresentar um mecanismo coerente para explicar a modificação das espécies, que chamou de seleção natural.

Pensou em seleção natural pela primeira vez em 1838, depois de ler um ensaio sobre o princípio da população de Malthus, que de modo geral dizia que a produção de alimentos acontece numa proporção aritmética e as populações crescem numa proporção geométrica.


Retirado de: http://www.biomania.com.br/bio/conteudo.asp?cod=1207

Outras fontes:

http://www.todabiologia.com/dicionario/lamarckismo.htm

http://www.resumoescolar.com.br/biologia/teorias-da-evolucao-lamarckismo-darwinismo-e-neodarwinismo/

Imagens:







Vídeo sobre o tema:


https://www.youtube.com/watch?v=zReYnUqyI5g



Origem da Vida!!

Até o presente momento, a Teoria do Big Bang é utilizada para explicar o surgimento da Terra. Acredita-se que nosso planeta se formou há 4,5 bilhões de anos e, durante cerca de um bilhão de anos, sofreu processos importantes, como seu resfriamento, viabilizando o surgimento da vida.

Estudiosos mais antigos acreditavam que os seres vivos surgiam espontaneamente da matéria bruta – a hipótese da geração espontânea, também chamada de abiogênese. Entretanto, por meio de diversos experimentos, executados por cientistas, como Redi, Needham, Spallanzani e Pasteur, foi possível descartar essa hipótese, adotando a biogênese, que afirma que os micro-organismos surgem a partir de outros preexistentes.

Embora tenha respondido uma grande questão, a biogênese não explica como se dá o processo de surgimento de uma espécie a partir de outra. Assim, existem algumas explicações para tal, sendo a origem por evolução química a mais aceita pela categoria científica. Essa teoria propõe que a vida surgiu a partir do arranjo entre moléculas mais simples, aliadas a condições ambientais peculiares, formando moléculas cada vez mais complexas, até o surgimento de estruturas dotadas de metabolismo e capazes de se autoduplicar, dando origem aos primeiros seres vivos. Oparin, Haldane e Miller são os precursores dessa hipótese.

Atualmente, acredita-se que o primeiro ser vivo era autotrófico. Dois motivos justificam sua ampla aceitação: o fato do planeta provavelmente não dispor de moléculas orgânicas suficientes para sustentar as multiplicações dos primeiros seres vivos até que a fotossíntese surgisse, e o fato de que, em razão da instabilidade do planeta, estes organismos só conseguiriam sobreviver se estivessem em locais mais protegidos, como fontes termais submarinas dos mares primitivos. Assim, a hipótese autotrófica sugere que os primeiros seres vivos surgiram primeiramente em ambientes mais extremos, nutrindo-se a partir da reação entre substâncias inorgânicas, tal como algumas archaeas atuais: processo este denominado quimiossíntese. Essa hipótese sugere ainda que, a partir desses primeiros seres vivos, surgiram aqueles capazes de realizar fermentação, depois os fotossintéticos e, por último, os seres heterotróficos.

Acredita-se que esses primeiros indivíduos eram procarióticos, compartilhando diversas semelhanças com as arqueas; e, há cerca de dois bilhões de anos, surgiu a célula eucariótica.

Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola

http://brasilescola.uol.com.br/biologia/origem-vida.htm


A origem da vida



A teoria do Big Bang (ou Grande Explosão) explica a origem do universo.
Quem somos, de onde viemos, a que viemos e para onde vamos são questionamentos que permeiam a nossa espécie desde os tempos mais remotos, sendo retratados, inclusive, em pinturas rupestres e mitos bem antigos.

Muitos filósofos e cientistas dedicaram suas vidas a estudos que buscavam compreender algumas dessas questões ou, pelo menos, trazer respostas mais adequadas e que melhor confortassem nossas mentes.

Atualmente, a teoria do Big Bang é a que melhor contempla, na ciência, essas nossas indagações sobre a origem do universo. Ela postula que o universo foi formado a partir da explosão de um grão primordial muito denso e quente e que permanece em constante expansão desde que tal evento ocorreu.

Quanto à origem da vida, há muito tempo acreditava-se que todos os seres vivos surgiam por abiogênese, ou seja: a partir da matéria bruta. Essa teoria, chamada de abiogênese, possuía muitos adeptos, como Aristóteles, mas deixou de ser aceita em meados do século 19, graças a experimentos como o de Redi, Joblot, Neddham, Spallanzani e Pasteur.

Com a derrubada da abiogênese, surgiram duas novas explicações para o surgimento da vida em nosso planeta, sendo que, para muitos cientistas, elas se complementam. Uma delas, chamada de Teoria da Panspermia Cósmica, diz que a vida teve origem a partir de seres vivos e/ou substâncias precursoras da vida, oriundos de outras regiões do universo. A outra é a Teoria da Evolução Química ou Molecular, que postula que a vida surgiu a partir do processo de evolução química de compostos inorgânicos, dando origem a moléculas orgânicas e, depois, às primeiras e mais simples formas de vida.

Atualmente, a hipótese melhor aceita é a de que os primeiros seres vivos eram autotróficos e não heterotróficos. Isso porque, para diversos estudiosos, não havia moléculas orgânicas em quantidade suficiente para que os primeiros seres vivos tivessem condições de sobreviver até que surgisse a autotrofia. Assim, estes seriam quimiolotoautotróficos, tal como algumas archeas, retirando seu alimento a partir da energia liberada em reações químicas entre compostos inorgânicos. Hoje, acredita-se que todos os seres vivos surgiram por meio de processos evolutivos, a partir de espécies preexistentes, e continuam sujeitos a transformações.

Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia

Outras fontes:

http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Corpo/origem_da_vida.php

https://pt.wikipedia.org/wiki/Origem_da_vida

https://www.biologiatotal.com.br/blog/superdicas+enem-origem+da+vida+e+evolucao-54.html

Imagens:





Experimento de Francesco Redi (Foto: Reprodução/ENEM)Experimento de Francesco Redi (Foto: Reprodução)


Ilustração do experimento de Pasteur (Foto: Slideplayer)Ilustração do experimento de Pasteur (Foto: Slideplayer)

Experimento de Miller simula Terra primitiva (Foto: Julia Rocha)Experimento de Miller simula Terra primitiva (Foto: Julia Rocha)
 







sábado, 13 de fevereiro de 2016

"O que vai cair no enem"?


Genética





Componentes chave


Genética (do grego geno; fazer nascer) é a ciência dos genes, da hereditariedade e da variação dos organismos. Ramo da biologia que estuda a forma como se transmitem as características biológicas de geração para geração. O termo genética foi primeiramente aplicado para descrever o estudo da variação e hereditariedade, pelo cientista William Bateson numa carta dirigida a Adam Sedgewick, da data de 18 de Abril de 1908.

Já no tempo da pré-história, os agricultores utilizavam conhecimentos de genética através da domesticação e do cruzamento seletivo de animais e plantas para melhorar suas espécies. Atualmente é a genética que proporciona as ferramentas necessárias para a investigação das funções dos genes, isto é, a análise das interacções genéticas. No interior dos organismos, a informação genética está normalmente contida nos cromossomos, onde é representada na estrutura química da molécula de DNA o que diminui bastante o tempo de espera no cruzamento das espécies.

Os genes, em geral, codificam a informação necessária para a síntese de proteínas, no entanto diversos tipos de gene não-codificantes de proteínas já foram identificados, como por exemplo genes precursores de microRNAs (miRNA) ou de RNAs estruturais, como os ribossômicos. As proteínas, por sua vez, podem atuar como enzimas (catalisadores) ou apenas estruturalmente, funções estas diretamente responsáveis pelo fenótipo final de um organismo. O conceito de "um gene, uma proteína" é simplista e equivocado: por exemplo, um único gene poderá produzir múltiplos produtos (diferentes RNAs ou proteínas), dependendo de como a transcrição é regulada e como seu mRNA nascente é processador pela maquinaria de splicing.

Mais em: www.wikipedia.com

"O que vai cair no Enem"?

Fisiologia humana






Vista anterior de uma mulher e de um homem
Latim humana physiologia


A fisiologia humana é o ramo da fisiologia voltado para o estudo dos seres humanos. Muito de seu conhecimento foi obtido através de experimentos em animais. A anatomia e a fisiologia são campos de estudo estreitamente relacionados: a primeira diz respeito à forma e a segunda dedica-se ao estud da função de cada parte do corpo, sendo, ambas, áreas de vital importância para o conhecimento médico.


Digestão


A digestão é um processo químico e mecânico onde ocorre a quebra das moléculas dos nutrientes. Estes nutrientes são os lípidos, as proteínas, os carboidratos e os ácidos nucleicos. O caminho do alimento é o seguinte: boca, faringe, esôfago, estômago, duodeno, intestino delgado (jejuno), intestino grosso, reto e ânus, por onde saem as fezes. A bílis, produzida pelo fígado, emulsifica gorduras, facilitando a ação das lipases. Os hormônios envolvidos na digestão são: gastrina, secretina, colecistocinina e enterogastrona. Todos secretados por células epiteliais do trato digestivo. As pregas intestinais ou vilosidades são formadas por vasos sanguíneos e linfáticos, tecido conjuntivo e tecido epitelial com microvilosidades, que aumentam a superfície de absorção.

As enzimas gástricas (do estômago) não quebram carboidratos, mas apenas proteínas, pela ação da pepsina, que é ativada pelo ácido clorídrico do suco gástrico. A tripsina e a quimiotripsina estão inicialmente na forma de tripsinogênio e quimiotripsinogênio, que são ativados pela enteroquinase no duodeno, quando o suco pancreático ali é lançado. Os monossacarídeos são obtidos a partir de dissacarídeos no intestino delgado pela ação das enzimas entéricas: maltase, lactase e sacarase.

Todo o alimento é utilizado como fonte de energia ou construção da matéria viva. O que estiver em excesso será armazenado na forma de lipídios, nos adipócitos (células do tecido gorduroso ou adiposo). Quando há carência de nutrientes, as gorduras começam a ser mobilizadas como fonte de energia e a pessoa emagrece.

Alguns problemas do trato digestivo são: a úlcera péptica - causada por medicamentos ou pela bactéria Helicobacter pylori, quando há falha na defesa do revestimento do estômago ou duodeno e a acidez gástrica ataca este revestimento, surgindo lesões e buracos, que ocasionam dores e azia; a prisão de ventre, que ocorre quando os movimentos peristálticos do intestino estão muito lentos e os resíduos ficam muito tempo no intestino, onde endurecem devido à grande reabsorção de água; e a diarreia, que ocorre quando o intestino delgado fica irritado e os movimentos peristálticos ficam muito rápidos.
Excreção
Ver artigo principal: Sistema excretor

A excreção é a eliminação dos resíduos metabólicos resultantes das reações químicas das células do organismo. Tais excretas nitrogenados não podem permanecer na circulação sanguínea por serem tóxicos. Eles podem ser a amônia, a ureia e o ácido úrico. Os animais amoniotélicos excretam a amônia por ser uma substância muito solúvel em água; os animais uricotélicos excretam ácido úrico, que é muito pouco solúvel e não precisa de quantidade relevante de água; os animais uriotélicos excretam ureia, que requer pouca quantidade de água e é bem adaptada à excreção humana, pois precisamos economizar o máximo de água possível. Nossa excreção é feita pelos néfrons, que são a unidade filtradora dos rins. Existem cerca de um milhão de néfrons em cada rim. Nosso rim é do tipo metanefro, pois retira todos os metabólitos direto do sangue. 99% da água é reabsorvida e, no duto coletor, é formada a urina, sendo esta armazenada na bexiga e liberada pela uretra.

Dois hormônios atuam na excreção humana: a aldosterona e o hormônio antidiurético (ADH). O ADH é liberado pela hipófise e facilita a reabsorção de água nos néfrons. O álcool inibe o ADH, produzindo urina mais diluída e abundante. A aldosterona das suprarrenais aumenta a reabsorção de íons nos túbulos do néfron e atua portanto no controle osmótico do sangue.

Alguns problemas do trato urinário são a uremia - elevação da taxa de ureia no sangue; a glomerulonefrite - inflamação dos glomérulos; os cálculos renais - acumulação de cristais de sais minerais nos rins.
Respiração
Ver artigo principal: Sistema respiratório

Representada pelos processos de inspiração e expiração. O sistema é formado pelas vias respiratórias e pelos pulmões. O ar inspirado, rico em oxigênio, enche os pulmões ao nível dos alvéolos (sacos onde ocorrem as trocas gasosas com o sangue (hematose). Os pulmões são protegidos pela caixa torácica, formada pelo esterno e pelas costelas. Os movimentos são feitos pelo diafragma e pelos músculos intercostais. Quando inspiramos, a caixa se expande e o diafragma desce, entrando o ar. Quando expiramos, a caixa volta ao normal e o diafragma sobe novamente, expelindo o ar, cheio de gás carbônico. O sangue deve nutrir os tecidos e por isso leva os nutrientes e os gases respiratórios. Quando chega às células dos tecidos diversos, ocorre uma troca entre eles e o sangue arterial, que libera o oxigênio e recebe o gás carbônico, que é carregado principalmente sob a forma de íons Bicarbonato, mas também é levado dissolvido no plasma e ligados à hemoglobina. A anidrase carbônica é a enzima que vai catalisar a reação da água com o dióxido de carbono no sangue. A hemoglobina é o pigmento das hemácias que lhes dá a coloração característica e através dos seus íons Ferro, carregam o oxigênio inspirado para todas as células do corpo. Tal oxigênio será utilizado para a respiração celular, com um saldo energético de 38 ATPs para cada molécula de glicose.


Desenho representando os pulmões e o coração humano

O monóxido de carbono, um gás inodoro, faz uma ligação altamente estável com a hemoglobina, incapacitando-a de transportar o oxigênio. Se o indivíduo for exposto ao monóxido de carbono por um período prolongado, pode chegar à morte por asfixia. Em altitudes mais elevadas, o ar é mais rarefeito e a disponibilidade de oxigênio, mais baixa. As pessoas que vivem ao nível do mar, ao subirem a tais altitudes sentem o impacto da carência de oxigênio. O organismo, para suprir tal carência, começa a produzir mais hemácias na medula óssea pela ação do hormônio eritropoetina e, portanto, vai haver maior número de moléculas de hemoglobina para captarem mais oxigênio.

Alguns problemas do trato respiratório são a gripe e resfriado - causados por vírus, que atacam as vias respiratórias, os seios nasais e o ouvido; a tuberculose e pneumonia - causadas por bactérias. A traqueia e os brônquios podem ficar inflamados, podendo ocasionar a bronquite aguda e chegar aos pulmões - broncopneumonia. A bronquite crônica ocorre devido à irritação constante das vias aéreas por ação do fumo, alergias e poluição do ar. O enfisema é uma destruição progressiva dos alvéolos, causada principalmente pelo fumo. A asma é uma reação inflamatória nos brônquios, com edema, hipersecreção de muco e contração da musculatura lisa, provocando falta de ar.
Circulação




Sistema circulatório




Esquema representando o coração humano

A circulação é feita através do tecido sanguíneo. O sangue circula por vasos: as artérias, veias e capilares. A circulação humana é dupla, fechada e completa. O sangue passa duas vezes pelo coração em um circuito completo que dura cerca de 1 minuto. O coração é composto de quatro cavidades: dois átrios e dois ventrículos. O átrio direito recebe sangue venoso do corpo através das veias cavas. O ventrículo direito bombeia este sangue para os pulmões, onde ocorre a hematose, através da artéria pulmonar. O sangue arterial entra no átrio esquerdo e é bombeado para o corpo através da sístole do ventrículo esquerdo e sai do coração para o corpo através das artérias aorta e carótidas. As cavidades são separadas por válvulas e há também válvulas entre os ventrículos e os vasos por onde o sangue sai. O miocárdio é o músculo cardíaco (musculatura estriada cardíaca - movimentos involuntários). Ele tem certa independência em relação ao sistema nervoso, pois permite os batimentos cardíacos através de feixes de células que transmitem um impulso elétrico permitindo os movimentos de sístole e diástole de ambos os átrios e ambos os ventrículos. São o nódulo sinoatrial; o nódulo átrio-ventricular; o feixe de Hiss e as fibras de Purkinje. O sangue arterial leva nutrientes, gases respiratórios e hormônios para os tecidos e recolhe excretas e gás carbônico. A troca ocorre ao nível dos capilares, vasos bem finos, e o que extravasa e não retorna devido à diferença de pressão na parte arterial e na parte venosa do capilar é recolhido pela circulação linfática, que também transporta linfócitos, células de defesa do organismo. O que é recolhido é, mais tarde, levado de volta ao sangue através das veias subclávias.

A veia é todo vaso que entra no coração, não possui fibra elástica e é complacente. Localiza-se em regiões superficiais. A artéria é todo vaso que sai do coração, independente do tipo de sangue que transporta; e tem fibra elástica e parede larga, rígida e redonda. Localiza-se em regiões profundas.

Alguns problemas do trato circulatório são: a aterosclerose - endurecimento dos vasos sanguíneos pela deposição de placas de gordura (ateroma); a isquemia - dificuldade de transporte de oxigênio e oxigenação das células em geral; a trombose - entupimento de um vaso, impedindo a passagem do sangue; o acidente vascular cerebral (AVC) - rompimento de uma artéria do cérebro devido a uma elevação brusca da pressão arterial; o infarto- morte do miocárdio devido ao entupimento das artérias que irrigam o coração, as coronárias. Sintomas são a angina pectoris (dor no peito esquerdo que irradia para o braço), dor na nuca, sudorese e dificuldade respiratória. Entre as causas dos problemas cardíacos e circulatórios, estão o sedentarismo (falta de exercício físico), obesidade, alimentação rica em gordura animal e gordura trans, fumo, estresse, depressão e uso de anabolizantes.
Referências

Starr, Cecie; McMillan, Beverly. Human Biology (em inglês). 10ª ed. Stamford, CT: Cengage Learning, 2013. p. 206. ISBN 1133599168
Mei Ling, Woo. "O" Level Biology Examination Armoury (em inglês). [S.l.]: Panpac Education Pte Ltd. p. 239. ISBN 9812731997
Eagle, Sharon; Brassington, Cindi; Dailey, Candace; Goretti, Cheri. The Professional Medical Assistant: An Integrative, Teamwork-Based Approach. Filadélfia, PA: F.A. Davis, 2009. p. 497. ISBN 0803623224
Beebe, Richard; Myers, Jeff. Professional Paramedic, Volume I: Foundations of Paramedic Care (em inglês). Stamford, CT: Cengage Learning, 2009. ISBN 1428323457
QA International Collectif. The Visual Dictionary of the Human Body - English/Spanish. Montréal, Québec: Québec Amerique, 2009. ISBN 2764409001

Retirado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fisiologia_humana

"O que pode cair no enem"??


Evolução



Evolução (também conhecida como evolução biológica, genética ou orgânica), no ramo da biologia, é a mudança das características hereditárias de uma população de uma geração para outra. Este processo faz com que as populações de organismos mudem e se diversifiquem ao longo do tempo.

O termo evolução pode referir-se tanto à evidência observacional que constitui fato científico intrínseco à teoria da evolução biológica quanto à última quando em acepção completa. Uma teoria científica é por definição um conjunto indissociável de todas as evidências verificáveis conhecidas e das ideias testáveis e testadas àquelas atreladas. A acepção de evolução como designando apenas a observação de que os seres vivos mudam com o tempo à parte ideias relacionais ou causais mostra-se incompleta no sentido de que, ao se apresentarem as evidências verificáveis (fatos científicos), qualquer interpretação ou conexão que se faça será originada de ideias lançadas sobre os fatos. De forma geral, fatos crus e nus não são per si imbuídos de sentido, e ideias sem conexões estritas e testadas com fatos verificáveis levam a conhecimentos não científicos. Evolução, no contexto científico, remete de uma forma ou outra, pois, à (uma) teoria de evolução biológica; em contexto mesmo quando o objetivo for o de designar apenas a observação fenomenológica em si.

Do ponto de vista genético, evolução pode ser definida como qualquer alteração no número de genes ou na frequência dos alelos de um ou um conjunto de genes, em uma população, ao longo das gerações. Mutações em genes podem produzir características novas ou alterar características que já existiam, resultando no aparecimento de diferenças hereditárias entre organismos. Estas novas características também podem surgir da transferência de genes entre populações, como resultado de migração, ou entre espécies, resultante de transferência horizontal de genes. A evolução ocorre quando estas diferenças hereditárias tornam-se mais comuns ou raras numa população, quer de maneira não-aleatória através de seleção natural ou aleatoriamente através de deriva genética.

A selecção natural é um processo pelo qual características hereditárias que contribuem para a sobrevivência e reprodução se tornam mais comuns numa população, enquanto que características prejudiciais tornam-se mais raras. Isto ocorre porque indivíduos com características vantajosas tem mais sucesso na reprodução, de modo que mais indivíduos na próxima geração herdam estas características. Ao longo de muitas gerações, adaptações ocorrem através de uma combinação de mudanças sucessivas, pequenas e aleatórias nas características, mas significativas em conjunto, em virtude da seleção natural dos variantes mais adequados - adaptados - ao seu ambiente Em contraste, a deriva genética produz mudanças aleatórias na frequência das características numa população. A deriva genética reflete o papel que o acaso desempenha na probabilidade de um determinado indivíduo sobreviver e reproduzir-se.

Espécie pode ser definida como o agrupamento dos espécimes capazes de compartilhar material genético - usualmente por via sexuada - a fim de reproduzirem-se gerando descendência fértil. No entanto, quando uma espécie é separada em várias populações que por algum motivo não mais se possam cruzar, mecanismos como mutações, deriva genética e a selecção de características novas provocam a acumulação de diferenças ao longo de gerações, diferenças que, acumuladas, podem implicar desde curiosidades biológicas como os denominados anéis de espécies até a emergência de espécies novas e distintas. As semelhanças entre organismos sugere que todas as espécies conhecidas descenderam de um ancestral comum (ou pool genético ancestral) através deste processo de divergência gradual
Estudos do registro fóssil permitem reconstruir de forma satisfatoriamente precisa o processo de evolução da vida na Terra, desde os primeiros registros de sua presença no planeta - que datam de 3,4 mil milhões de anos atrás - até hoje. Tais fósseis, juntamente com o reconhecimento da fabulosa diversidade de seres vivos atrelada - a grande maioria hoje extinta - já em meados do século dezenove mostravam aos cientistas que as espécies encontram-se cronologicamente relacionadas, e que essas mudam ao longo do tempo.Contudo, os mecanismos que levaram a estas mudanças permaneceram pouco claros até o reconhecimento científico de que o próprio planeta tem uma história geológica muito rica - implicando mudanças ambientais constantes - e até a publicação do livro de Charles Darwin - A Origem das Espécies - detalhando a teoria de evolução por selecção natural.[8] O trabalho de Darwin levou rapidamente à aceitação da evolução pela comunidade científica.

Na década de 1930, a selecção natural darwiniana foi combinada com a hereditariedade mendeliana  em uma síntese moderna, onde foi feita a ligação entre as unidades de evolução - os genes - e o mecanismo central de evolução - fundado na deriva genética e selecção natural. Tal teoria, denominada Síntese Evolutiva Moderna e detentora de um grande poder preditivo e explanatório, por oferecer uma unificadora e inigualável explicação natural para toda a diversidade da vida na Terra, tornou-se o pilar central da biologia moderna.

Saiba mais aqui: https://pt.wikipedia.org/wiki/Evolu%C3%A7%C3%A3o

Começarei hoje a série "O que pode cair no enem" com as matérias mais prováveis! Aproveitem!!

Ecologia

O que a ecologia estuda?


A floresta Amazônica apresenta uma vegetação riquíssima. E a variedade de animais também é enorme. Calcula-se que em uma única árvore da floresta Amazônica podem ser encontradas mais de mil espécies diferentes de insetos.



De fato, se reunirmos todas as florestas tropicais do planeta, veremos que nelas se encontra mais da metade das espécies vivas. Podemos dizer então que a floresta Amazônica possui uma grande biodiversidade.

Veja agora uma foto da caatinga. A vegetação já é bem diferente.



Porque existe essa diferença? Essa é uma das muitas perguntas que a ecologia tenta responder.

Veja só mais alguns exemplos de questões importantes, relacionadas à nossa vida, e as quais a ecologia tenta responder: "O que pode acontecer se um floresta for destruída?"; "É possível explorar uma floresta sem provocar a sua destruição?", "Como o ser humano interfere na vida dos outros organismos?"; "O que provoca o aumento da temperatura na Terra?"; "E o que pode acontecer se a temperatura da Terra aumentar muito?"; etc.

Vamos dar um exemplo. Considere o Bugio, um dos maiores macacos neotropicais, vivem deste a Bahia até o Rio Grande do Sul. Vive em bandos de três a doze indivíduos, de ambos os sexos e várias idades, chefiados por um macho adulto. Sua dieta é predominantemente folívora (folhas). Os outros alimentos são: flores, brotos, frutos, caules de trepadeiras.

A Ecologia pode estudar:
as relações que um bando de Bugios tem com os outros seres da floresta;
a influência do clima sobre todos os organismos da floresta;
a influência das florestas neotropicais sobre o clima;
a influência da ação do ser humano sobre o clima de todo o planeta.



Você pode concluir que a ecologia é um campo de estudo muito amplo. E todas essas informações nos ajudam a melhorar o ambiente em que vivemos, diminuindo a poluição, conservando os recursos naturais e protegendo nossa saúde e a das gerações futuras.

Resumindo: Ecologia é a ciência que estuda as relações dos seres vivos entre si e com o ambiente.